Antes de começar a ver achei que ia perder 2 horas e 45 minutos de filme. Quebrei a cara.
Comecei a ver o filme, e só parei quando acabou.
O filme é foda. É fera. Prende o espectador do início ao fim, a gente nem vê o tempo passar.

Bem, comecemos. Esse filme conta a história de uma velha senhora que está nas últimas em um hospital. Sua filha está
com ela e quer dizer o último adeus. No vai e vem da conversa das duas, a velha pede para a filha pegar um livro
que estava guardado e ler em voz alta para a ela. É o diário de Benjamin Button.
No diário, Benjamin conta sua vida, ele era uma pessoa diferente, peculiar, e especial. Benjamim nasceu
com uma incrível patologia (se é assim que podemos dizer; no filme não cita hora nenhuma o que é) que o faz, ao invés
de envelhecer com o tempo, o que seria normal, ele enjuvenesce. Ou seja, com dois anos ele tinha aspecto de 80.
O filme conta com efeitos visuais incríveis (o que fizeram com Brad Pitt para ele ficar velho, baixinho e cheio de rugas
foi algo diferenciado). Tem também um leve tempero de humor no início, para deixar o espectador mais preso à tela.
Benjamin conhece uma menina, quando era criança. O que faz a história se tornar mais interessante: enquanto ela ficava
mais velha com o passar do tempo, ele ficava mais novo.
Então, depois de altos e baixos no filme (ele vira marinheiro, ele vai ao bordel, viaja para a Rússia; ela
faz balé clássico, dança em teatros famosos etc.) eles se juntam e decidem morar juntos. Nesse ponto já se percebe
quão velha ela está e ele com cara de moleque.
Daí vem a bomba, ela fica grávida. Então ele decide partir, por que não quer que sua filha tenha um pai que não cresça
com ela. E não quer que sua esposa fique com duas crianças para criar.
O final é impressionante. Não quero contar aqui para não estragar a surpresa.
Sei que ficou confuso de mais a resenha acima mas, confiem, o filme é bom pra caramba.
Eu aconselharia todos a assistirem. É demorado, e cansa ficar no sofá na mesma posição,
mas pra tudo dá-se um jeito.
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